Mynd Sportswear

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Imagem23Esta parceria merece duas palavras, ao invés de uma: conforto e beleza.

Quando eu comecei a pedalar, em 2011, enfrentei aquele desconforto de qualquer iniciante no ciclismo: a relação com o banco da bike. Até então, comentando com quem já pedalava há tempos, ouvia a mesma coisa: “é assim mesmo, você vai se acostumar“.

Fui fazendo aqueles ajustes básicos de iniciantes: jamais usar calcinha pra pedalar (ooooops, pois é! kkkkk), passar pomadas e / ou produtos antiatrito, fazer bike fit, comprar um banco adequado e, claro, escolher uma bermuda que seja confortável.

Falando das bermudas confortáveis, eu comecei a caça a algo que me salvasse. Então experimentei tudo o que encontrei e tudo o que havia de mais bem recomendado no Brasil e no mundo: Flets, Barbedo, Pearl Izumi, Santini, Castelli, 2XU, Scott, Oakley. Com algumas foi “ódio à primeira usada”, com outras eu insisti por muitos treinos e muitos km.

A situação era ruim, mas eu fazia treinos até 120k. Quando comecei a treinar para o Ironman 2012, ficou impossível. Comecei a pensar se eu realmente seria capaz de aguentar os treinos. Cheguei a pensar em parar de pedalar. Óbvio que eu brigava comigo mesma: como tem tantas mulheres e homens pedalando e você “não consegue”.

Tentei de tudo. Até que, um dia na loja Barcellos, eu me deparei com um bretele da Mynd. Apesar do meu preconceito com a qualidade dos uniformes de ciclismo nacionais e das minhas péssimas experiências com os produtos anteriores, quando peguei no bretele já percebi que era diferente. O forro tinha visivelmente uma qualidade superior aos nacionais. Restava saber se seria melhor que as opções que eu já tinha testado.

Teste: treino longo de pedal na estrada. Fiquei apaixonada: como vestiu, o conforto, a beleza. Desenhado para mulher, não era um bretele masculino. Além do mais, o logo da Mynd é apaixonante também. A partir daí, fiz todos os meus treinos longos com bretele da Mynd, comprei mais um para garantir que aguentariam até a prova.

Muito legal. Mas e na prova? Pânico. Pensei que teria que fazer a prova com o bretele, que trocaria de roupa, que não teria como fazer com outra peça. A esta altura, eu também já tinha experimentado bermudas de triathlon de várias marcas. Comecei a buscar um conjunto Mynd – top e bermuda – para fazer o Ironman. Encontrei e estreei no long distance Caiobá. Sucesso total. Decidi que seria meu companheiro no Ironman e deu tudo certo. Assim nasceu a minha fidelidade à Mynd.

Passado o primeiro Ironman, entrei em contato com o empresário que está à frente da marca e propus uma parceria, ele topou. Lá se vão uns anos desde então, em que acompanho o crescimento da marca e também o investimento em inovação. Também vem aumentando o enfoque no ciclismo, com modelos e estampas cada vez mais com a “cara” de ciclistas.

E, obviamente, não bastava “só isso tudo” acima. Do jeito que mais valorizo, há pessoas por trás da marca. Vejam que comecei falando da marca e um empresário. Mas neste meio tempo este empresário casou com uma mulher incrível. Eles são pra mim uma referência de relação leve, encantadora, da forma que acredito que deve ser. Eles são fonte constante de inspiração e provocaram / provocam muitas reflexões minhas e fazem com que eu busque rir mais de mim mesma e não me levar tão a sério.

Agradeço ao casal a doçura e o zelo que têm por mim. Muito obrigada por tudo, pelo apoio e pela preocupação. Que vocês exalem cada vez mais felicidade e plenitude. Que a Mynd possa ser a cereja do bolo do sucesso de vocês! 

Visite o site da Mynd aqui (http://www.mynd.com.br) e veja a coleção.

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