UBER: o sucesso da boa vontade

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unnamed (2)Uber é o sucesso da boa vontade, não tenho dúvidas. Tenho amigos taxistas, tenho taxista na família. Como em todas as profissões, há bons e maus profissionais, aqueles que fazem com zelo e aqueles que não se vêem como prestadores de serviço, com uma postura sempre meio agressiva e “de saco cheio”. Mas desde que tive acesso ao Uber, uma coisa ficou clara pra mim: o Uber só surgiu porque o serviço prestado pelos taxistas não estava atendendo.

Quem já andou de Uber sabe como funciona. Basicamente, você escolhe entre um carro “premium” (mais caro) ou um carro “qualquer” (mais barato), podendo ainda neste último escolher entre ir sozinho ou compartilhar com outros passageiros que estejam indo para o mesmo destino, pagando uma tarifa ainda mais barata e fixa, já sabida antes de entrar no carro. As demais são estimadas e sempre muito próximas do valor real.

Independente do que você escolheu, o motorista tem a mesma atitude de zelar pelo seu bem-estar no carro, sendo cortês e buscando oferecer o melhor que ele pode em termos de música, temperatura, rota. Além disso, sempre faz as verificações importantes para não ter problemas: qual destino, que serviço foi escolhido.

O valor é cobrado diretamente no cartão de crédito cadastrado. Quando você está dividindo o carro com seus amigos, ainda há a opção de dividir com eles o calor do Uber daquela corrida específica, tudo simples e fácil pelo aplicativo. 

Isso por si só já apresenta um salto absurdo de qualidade. Só que há algo que vai além disso. Há uma vibe de colaboração e tolerância na relação entre o motorista e o passageiro do Uber, uma cumplicidade. Diversas vezes, antes de entrar no carro, eu já falei com o motorista combinando um local melhor, uma rua com menos engarrafamento, um local mais tranquilo para parar. Parece haver em ambos os lados uma boa vontade para fazer dar certo.

Talvez, o fato de ser um transporte “alternativo”, nascido para endereçar uma demanda latente há muito tempo, tenha feito com que motoristas e passageiros se aliassem para fazer com que o serviço funcionasse da melhor forma para ambos os lados. Cada um cedendo um pouquinho, flexibilizando um pouquinho e tudo funcionando bem.

A mensagem que ficou pra mim foi: nós conseguimos nos relacionar na base da boa vontade e da cumplicidade. O que há na “relação Uber” de diferente?

  • As regras estão claras para todos.
  • Todos acreditam que está sendo bom para as partes.
  • Prestadores de serviço e consumidores sendo cúmplices para a entrega do melhor serviço.
  • Tolerância e flexibilidade para ajustes ao longo do caminho.
  • Avaliação | exposição de todos, disponível para todos.
  • Sensação de transparência e confiança.

Vamos “Uberizar” as relações de prestação de serviço! Temos muito a evoluir e nós sabemos agir “conforme”. 

 

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